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domingo, 19 de fevereiro de 2023

o café e a partilha

Sábado de carnaval, almoço no restaurante vegetariano no centro de OZ, na companhia do meu irmão Henrique, seu filho João, namorada Naiade e minha filha Isabelly. Chuva torrencial enquanto aguardávamos numa loja com flores, enfeites, vasos, velas, cristais e mimos que enfeitam os sentidos. Da Primitiva Vianco para a casa de Mãe no Umuarama de Uber. Chegamos com ela nos esperando no portão com o guarda-chuva.

Já tinha a banana da Isa, pouco pó para o café, o cuscuz foi para o fogo e logo chegaram a tia Coca com seus filhos, nossos primos, Diego, Joyce, Angélica, Benni, Bella e Joana. A sala pequena ficou grandiosa com as risadas que ecoavam das conversas que só essa gente reunida é capaz de aflorar. Tapioca, cuscuz, bolo e o café chafé com pouco pó e para cada um adoçar na mesa. Sim, o café melado de mãe teve que ser substituído por causa da pré diabete e ela segue firme sem doces.

Benni pipocando, eita menino danado com diz tia, sua avó.  Joana com sua fala ainda incompreensível sentada no chão e as roupas e gargalhadas distribuídas. É incrível como mãe já separa de modo certeiro para cada uma delas. Em nossa família as doações de roupas são recorrentes, para os de perto e de longe. Ganhamos e distribuímos. Entre nossa gente partilhar é verbo ação.

Inspirei o momento curto e eterno. Esse tempo valioso dos encontros na casa de Mãe que desperta tantas lembranças. Respirei alegria e orações de que a nova geração da família, embora seja tão transformadora, continue tendo suas vidas marcadas por esse amor que sempre nos uniu. Estavam conosco na recordação dos cafés de outrora, nessa proximidade atemporal das memórias que nos enlaçam: Emerson, Giva, Paulo, Henrique, Bruna, Lívia, Lane, Arthur...

Nesse tempo do café, somos alimentadas pela irmandade e contagiados pela autenticidade da Maria de Fátima, ternura da tia Coca, a Maria do Socorro, pelo riso alto e tantos outros retratos do Amor que elas praticam e fazem morada nas casas que somos, onde quer que nossos passos caminhem.. Se milhões de vida eu tivesse, trilhões eu escolheria esse DNA. Gratidão pela bênção de pertencer a essa riqueza que não se mede.


eita povo do meu agrado. Tem muito Amor multiplicado

terça-feira, 31 de janeiro de 2023

Memórias 1/2023

É tarde de verão, estou em casa, depois de uma manhã agitada. Nesse dia final do capítulo 1/2023, pipocam os acontecimentos do mês. Ah janeiro de emoções, com definição de um importante divisor de águas que está no horizonte do ano. Determinar uma meta nos impulsiona a avançar. O rio flui no movimento...

E por falar em meta, uma simples que defini foi publicar todos os dias no Instagram um registro de gratidão. Apesar de apenas ser um pequeno retrato do dia, cada imagem contém uma mistura de gente e sensações que tocaram meu cotidiano. É um registro que dá uma noção da grandeza que existe no universo de cada dia, uma constatação que me convoca a enxergar cada vez mais os detalhes preciosos dessa passagem do tempo.

O tempo da manhã, tarde, noite, semanas e das fases lunares. Cada uma com sua dança das marés, com chuva, sinais, sol, vento suave e tempestuoso... e terminamos o mês com a energia aquariana. Janeiro com aniversariantes que amo, como minha irmã Lane, minhas amigas Carla e seu filho, Amanda, Dani, do meu avô que é estrela e da indecifrável São Paulo. Que delícia o pingado com pão na chapa na padaria, no dia do seu aniversário e depois o retorno pelos trilhos do metrô e trem.

Janeiro de despedida e encontros, chegadas e partidas, das primeiras férias do meu caçula no sertão, da saudade latejante, da visita sinal do Louva-Deus, da alegria da Isabelly no passeio com as amigas, do seu encantamento com o retorno das aulas, do almoço na casa da prima, da oração na casa do primo, das conversas profundas, do café com a amiga, mães e filhas reunidas numa quinta tarde semanal.

A agenda do mês foi movimentada, teve consultas com a mãe e filha, zona Oeste e Sul. Minhas caminhadas com maior frequência e até fui à academia, por isso choveu tanto. Eu gosto mesmo é de andar cedo e contemplar o nascimento da manhã. Meu marido diz que o pessoal deve pensar que é um fantasma andando na aurora...e quer saber ? Eu nem ligo, afinal só eu mesma para perder o suor que preciso.

Ah e teve a florada da Joana, ritmo turbo no trabalho, os livros, piscina, beco, o primeiro churrasco do ano em casa, Palmeiras campeão, ruas, novas folhas no jardim, Cotia, Osasco, Jandira, Santo Amaro, Pinheiros, Vila Sônia, Vila Madalena, alegrias e tristezas... gente não tem vida sem sofrimento, não tem conquista sem esforço, dores na jornada eu tenho e todas as pessoas que conheço tem. E, claro, teve saudades e muito riso...e aqui uma ênfase ao Riso, presença que nos enlaça mesmo diante das adversidades. Rir é florescer.

Para cada personagem do mês, minha gratidão. Vocês são marcantes nesse capítulo janeiro de 2023 que não cabe em nenhum texto ou imagem, mas que já está gravado na memória afetiva. Vem com frevo fevereiro que tem Carnaval em 2023. Bora
?

a bagagem atemporal das férias do meu caçula e meu presente enfeitando a mala

a vista da casa da prima, um canto precioso

novas folhas na planta presente de Mãe

a florada da Joana. Que rosas especiais. Que milagre da vida!

gira gira o vento no meu quintal virando a página do mês. Gratidão

domingo, 18 de dezembro de 2022

Retrospectiva do atemporal 2022

Exaustão. Não é só pela idade que avança, é que o ano foi tenso. Chego nesse dezembro com o cansaço latejando em meu corpo. Contemplo o céu refletindo sobre os dias que restam do mês, sobre a saudade do mar e do cheiro da maresia que inunda meus sentidos. Sou oceano de saudades e nele reside um afeto que nenhuma palavra é capaz de traduzir.

Algumas metas falharam como em anos anteriores, não visitei dois lugares que amo e que fui em 2019, tive que interromper minha fisioterapia, não me inscrevi no pilates, iniciei e parei o curso que tanto estimo por conta de outras demandas, não consegui manter o ritmo da caminhada e só agora nesse término consegui agendar o médico para iniciar meus exames de rotina.

E olha que 2022 foi o ano que mais estive em consultas, laboratórios, exames, hospitais e presenciei cenas que viverão comigo eternamente. Os desafios se agigantaram exigindo força que eu nem imaginava teria. Cada um sabe o que sente e mesmo que não consigamos retratar em palavras, senti olhares e sorrisos que comungaram desse sentir na pele.

Escrevendo esse rascunho sobre 2022 pipocaram imagens em minha mente de tantas passagens, das partidas, chegadas, trilhos, estradas...o sorriso aflorou, a lágrima floresceu e nesse instante de tempo enxerguei a  memória cravada me abraçar. A despedida na primavera do aeroporto de Nova York foi uma delas. Retornei dilacerada e agradecida dessa viagem significativa.

Nas páginas de 2022 tem emoções que rasgaram minha alma e fortaleceram meu espírito. Como não tenho como escrever sobre tudo e nem ilustrar, resolvi escolher umas imagens que representam nuances dessa mistura dos sentimentos e lições desse ano atemporal. Agradeço aos personagens, que estarão no próximo post, que fizeram tanta diferença nesse roteiro anual. Gratidão 2022, dolorido e incrível, seus capítulos que seguirão reverberando no meu caminho. Que venha 2023!

janelas que curam - Santa Casa de São Paulo

Eles juntos na noite de NY

Viva a alegria dos irmãos reverenciando o Rei Pelé na Times Square

As irmãs: a enigmática e o elo sagrado "temos o mundo inteiro em nosso quintal"
meus netos, saudades com cheiro de maresias

O fogo das promessas no Santuário de Nossa Senhora Aparecida

A fortaleza Avó materna no sertão de minha terra

no canto da minha avó paterna, presente em meus sentidos

as risadas na trilha, do mar ao quintal, o cheiro da saudade dos três irmãos

os grandiosos sonhos desses passos

o aprendizado dos jogos dos campeonatos da vida do menino Afeto
somos estrada de saudades, sonhos e memórias

sábado, 3 de dezembro de 2022

Missão do terço 2022

Eu já participei da oração de muitos terços, nas novenas no sertão, na igreja, no mês de Maio e no mês de outubro. Esse ano, como um chamado, comecei a rezar o Santo Terço na visita de algumas casas que abriram suas portas e os corações dos moradores para receber a oração Mariana.

São 10 contas de cada Mistério. Foram 10 Terços de Maria. Iniciei em março, no mês do meu aniversário. Cada Terço foi um encontro de fé e gratidão. Nos Gozosos, Luminosos, Dolorosos e Gloriosos, cada um com seu significado para as pessoas que participaram da jornada. Ser casa de oração em cada casa que visitarmos é uma maneira de praticarmos o Amor de Deus. E o amor acima de tudo é ação.

Hoje, na manhã deste sábado 03/12/2022, eu rezei na companhia de pessoas que muito estimo, o décimo Terço em honra a Mãe Santíssima. Acompanhou-me nesta caminhada Nossa Senhora do Rosário de Fátima, Santa Terezinha e Santa Rita, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, os Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael, a Sagrada Família e a Trindade Sagrada: Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo.

Retornei para casa com o espírito renovado, recordando cada Terço e emocionada por tudo que senti nesse último. A presença divina é tocante. Sensação de missão cumprida que está gravada na minha memória afetiva de 2022. Gratidão! Amém!


Gratidão Nossa Senhora por teu chamado. Amém!

sexta-feira, 15 de julho de 2022

O livro partilha pulsante

Com extrema emoção eu terminei a leitura do livro do Abel e sua equipe, que descreve a trajetória desse período vitorioso. Um livro pontuado com capítulos jogos que traça um desenho dessa campanha de conquistas que ficou cravada na “glória eterna” do Palmeiras, na vida de todos os jogadores e os atores envolvidos na estrutura do clube. E, claro, de nós torcedores.

Esse livro é um marco de generosidade para o futebol que transcende para outras esferas da liderança. A forma como o Abel e sua equipe partilharam suas percepções, metodologia, diálogos e os tantos detalhes do processo aprendiz é de uma grandeza impactante. Os campeonatos intensos encarados com espírito aguerrido e com a missão impressa em cada ação: “eu só conheço uma forma de melhorar: treinando.”

Em várias páginas observamos a essência do Abel e sua equipe na firmeza de um trabalho estruturado pela sede de aprender e melhorar: “é querer ser melhor, querer aprender e evoluir com as minhas experiências.” Nas linhas deu para sentir a comunhão da equipe vibrando na mesma direção, do sonho dos títulos, do respeito a formidável camisa do Palmeiras, da sintonia dos valores e do propósito coletivo contida nas palavras mágicas: “disciplina, trabalho duro e vosso talento.”

Vários temas interligados no futebol são abordados no livro, revelando o desejo do Abel em contribuir com as importantes reflexões para melhorar o futebol, como a questão da arbitragem, da necessidade da padronização dos gramados, melhor organização do calendário, fundamental para o planejamento dos clubes, a questão do equilíbrio e respeito ao emocional dos atletas e equipe técnica, que muitas vezes são atacados por alguns torcedores de forma preconceituosa, maldosa e até criminosa por meio das mídias sociais ... enfim uma série de pautas que retratam o quanto há desafios que carecem de atenção para que o futebol brasileiro, essa gigante força competitiva e diferencial, possa seguir avançando.

Os esquemas ilustrados e as fotos enriquecem a obra que já é clássica. Acredito que todo Palmeirense que leu CABEÇA FRIA, CORAÇÃO QUENTE embarcou em uma viagem “sensacional” pelos bastidores desse ciclo memorável, que seguirá reverberando pela história do Palmeiras. Eu que tenho um coração pulsante de saudades, fiquei tocada com a saudade do Abel e sua equipe que embarcaram nessa empreitada, longe de sua família. Sei que a ausência dolorida aflora em sua fala e nos seus sentidos todos os instantes. A distância é continental e a proximidade é sagrada.

Sinto que por toda vida do Abel e de todos os personagens desse livro, ficará tatuada na alma a memória atemporal dessa temporada ímpar. Para Além Mar e para além do que possamos caracterizar com palavras, há o sentir que é indizível para cada pessoa. Nas entrelinhas do livro eu pude sentir lágrimas de alegria, a dor da saudade e o amor pelo imortal Palestra. Parabéns Abel pelo coração quente alinhado com a cabeça fria e firme para imprimir o melhor de si em cada jogo e marcar seu nome na história do Palmeiras, e claro, na vida de tantos.
Que partilha sensacional! Minha Gratidão é eterna!


Maria Ivone, a leitora torcedora!

terça-feira, 5 de julho de 2022

Memória do dia

Já é noite, eu acabei de sair do banho, um dos meus momentos sagrados. A água escorria, eu fechei os olhos e senti o som da cachoeira de Ubatuba, o perfume do pêssego do sabonete se misturou com o da maresia aflorada nos sentidos. Já têm estrelas no céu de inverno, as mesmas que contemplei na madrugada quando rezei no quintal às 5:00 da manhã. Café, chá mate, garrafas, acorda um, outro, a banana da Isa, as frutas para o trabalho e a saída cedo mesmo em dia de férias escolares. Observei o sorriso da florada vermelha do meu jardim e entrei no carro. Logo atravessamos o limite de município, saímos de Cotia e adentramos no mágico mundo de OZ. Primeira parada na casa da prima e tia para desembarque do Arthur. Segunda parada na casa da outra tia, desembarque da Isabelly. Chegamos à Analice e iniciei o expediente que seria curto. Logo a tia Lane, minha irmã, chegou com sua sobrinha amada e todos os cuidados de sempre, água, suco, fruta...Seguimos para Santa Cecília.10:20.

Trânsito na saída da Marginal, pontes, fluxo intenso, Barra Funda, Memorial da América Latina e depois de 1 hora chegamos. Recepção, 10º andar, 1º andar. Reumatologista na Angélica e depois o almoço na calçada de um bar restaurante, que delícia de comida e atendimento. Táxi e logo o outro destino no bairro já familiar. 13:10 e chegamos ao endereço dos passos iniciados em dezembro. Sessão 8/10 do segundo ciclo da Isabelly, Sessão 1/10 minha. Sim, eu retomei o tratamento interrompido por demandas emergenciais. A lombar e a bursite andam gritando aqui. A atendente mostrou com alegria a garrafa de água que ganhou da Isabelly quando encerramos o primeiro ciclo em março. Desses carinhos que marcam. Do térreo ao 5º andar, da sala de eletroterapia para a de fisioterapia. Conversas, exercícios, choques, ultra, riso e a despedida semanal.

15:05. Sentei no jardim, contemplei os tijolinhos, recordei das paredes da Santa Casa, suspirei gratidão e chamei o Uber. A Isa com sua leitura do livro da semana e eu ouvindo as mensagens do meu irmão Paulo bem quando o carro circulava em frente ao estádio do Pacaembu, o que me fez lembrar os muitos jogos que fomos aos estádios. Sim, eu AMO futebol. Quanta alegria ouvir os áudios relatos do meu irmão. Isabelly também ouviu seu áudio e respondeu a felicitação pelo seu aniversário. O diálogo nutritivo seguiu. O celular ficou de lado e voltei a contemplar as ruas pela janela do carro, em muitas delas eu e meu irmão Paulo passamos de moto, de segunda a sexta, no retorno ou ida ao trabalho, há muitos anos atrás.

Alto de Pinheiros, Ponte Universitária, Raposo e logo estava em Osasco. Chegada ao Oriental para pegar o caçula, conversa rápida, abraços e o Arthur se juntou a mãe e irmã e fomos direto ao postinho da vila para a vacina da gripe na tríade.16:35 caminhamos pela avenida com destino ao trabalho para encontrar o Pai. Água para hidratar, a alegria de receber a encomenda do sertão enviada pelo meu outro irmão e o encerramento do expediente às 17:00. Hora de voltar para casa. Parada no mercadinho do Jd’ Abril para comprar ovo, café, pipoca, tomate e o pão que o Arthur e Isabelly já comeram no caminho.

17:50 chegamos em casa com o entardecer no horizonte. Arthur já pulou para jogar bola na quadra. O feijão e arroz já prontos, eu preparei a salada e o atum com tomate para o jantar. Isabelly e Arthur quiseram pastel. De carne igual o da feira de domingo. Se bem que eles preferem o de vento. O jogo está rolando na tv da sala. Isabelly já veio rezar. Eu estou terminando de escrever a memória desse dia agitado, sem correção. Encerro com muita gratidão pelos passos já percorridos, pelos personagens do enredo na jornada das janelas que curam em Santa Cecília e pelos dias vindouros. Por hora vou dormir que amanhã o roteiro despertará na aurora. Boa noite!


da série janelas que curam

quinta-feira, 16 de junho de 2022

Semanal de memórias

Nesses dias de temperaturas frias, as sopas e os caldos esquentam até a alma. A sopa marcou presença no cardápio da semana e levei um pouco para a vizinha. “Sua sopa é um abraço de Mãe, obrigada.” A frase de gratidão da Carol aflorou tantas lembranças de comidas que enlaçam encontros, em todas as estações.

Das sopas noturnas do sítio de vozinha, ao redor da mesa com os tios, tias e primos, dos caldos das padarias de São Paulo na companhia de amigos do trabalho, dos cafés matinais nas cafeterias, do café da tarde na casa de minha Mãe junto com os irmãos, do pastel da feira de domingo onde sempre encontro conhecidos do bairro.

Teve cuidado com as plantas, terra, novas mudas, novos vasos, plantar e replantar. Alecrim que perfuma o jardim e minha casa, que tempera os alimentos, que aromatiza minha água. O alecrim da casa da minha avó segue na minha também. Recebi cupuaçu que veio de Belém, que presente, que cheiro, que sabor.  Dessas conexões sensoriais que alimentam minha alma.

Eita que essa semana as memórias foram destaques. Estudei com Arthur relatos de memória para a prova de técnica de redação. Foi engraçado compartilhar com ele algumas das minhas memórias da infância. Tive a aula do curso com essa temática com a Renata, estou lendo o livro da bell hooks que resgata memórias de sua trajetória em uma abordagem inspiradora que contém 32 ensinamentos: ensinando pensamento crítico, sabedoria prática.

Partilhar memórias é enriquecedor. Aprendemos e ensinamos.  É um processo de cura, podemos até ressignificar passagens de nossa vida nesses momentos. Recebi fotos preciosas da época da escola no sertão, fotos dos meus netos, da praia, do quintal, do entardecer que amo ... saudades e memórias entrelaçadas nas imagens, diálogos e sabores ...

Para finalizar, uma das frases, dentre tantas, que grifei do livro da bell hooks: “Quando nos
reunimos para celebrar, algumas de nós – aquelas que estiveram envolvidas em centros para mulheres desde sua criação – sentimos que nossas celebrações alegres devem também deixar espaço para momentos de luto, para o ritual da memória.”

minha preciosa neta Peaches

meu abençoado neto Damian

Minha Isabelly, nosso elo sensível, em uma das praias das nossas memórias

Casa coração

Os trilhos da estação de Osasco, o trem até Barra Funda. Café na rua, as consultas com o cardiologista, da mãe e filha. Depois do médico atr...